Vai começar o novo ano lectivo na Escola Superior de Comunicação Social, e isso significa um novo começo também para o "2º a Circular-Tearte", este ano o primeiro ensaio vai ser dia 30 de setembro, quarta-feira, e estão convidados todos aqueles que queiram participar.
Igualmente este blogue vai ter um novo renascimento, sendo a partir de hoje um dos meios principaís para transmitir dados de interesse e para publicar informação num âmbito mais público.
Fica então o convite para quem assim o desejar.
Ps: Agora o 2º a circular também está no Facebook, procure por "Segundo a Circular".
fala-me sobre isso
2º a circular Tearte, grupo de Teatro
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Parte de um manifesto; by Merry Alice
Desistiu de tocar piano porque o professor era muito chato
Desistiu de passar modelos porque o namorado não achava bem
Desistiu do Conservatório porque tinha medo de não conseguir entrar
Desistiu dela porque o irmão não gostava de mulheres
Desistiu de fazer atletismo porque o bebé nasceu
Desistiu de ir ao Lux porque não queria encontrar certas pessoas
Desistiu da natação porque não gostava dos outros meninos
Desistiu de casar a filha mais nova porque precisava de companhia
Desistiu de ir ao teatro porque já tinha visto tudo
Desistiu do Lou Reed
Desistiu de andar direito porque já estava habituado à dor no pé
Desistiu de deixar crescer o cabelo porque demora muito tempo
Desistiu de pintar porque o marido lhe escondia os pincéis
Desistiu de enviar o livro por correio porque não tinha a morada
Desistiu de escrever porque tinha cancro
Desistiu de cortar o cabelo porque volta sempre a crescer
Desistiu de ir ao Oeiras Alive porque era em Algés
Desistiu de dormir porque podia não acordar no dia seguinte
Desistiu do grupo de jovens
Desistiu de procurar emprego porque a novela dá sempre àquela hora
Desistiu de escrever no blog porque nunca acontece nada
Desistiu de distinguir cocaína de heroína
Desistiu de ir para Letras porque não têm saídas
Desistiu de pintar o quarto de vermelho
Desistiu de apanhar todos os pokemons
Desistiu de acabar as frases
Desistiu de ser Presidente da República
Desistiu de ir para Barcelona
Desistiu de passar modelos porque o namorado não achava bem
Desistiu do Conservatório porque tinha medo de não conseguir entrar
Desistiu dela porque o irmão não gostava de mulheres
Desistiu de fazer atletismo porque o bebé nasceu
Desistiu de ir ao Lux porque não queria encontrar certas pessoas
Desistiu da natação porque não gostava dos outros meninos
Desistiu de casar a filha mais nova porque precisava de companhia
Desistiu de ir ao teatro porque já tinha visto tudo
Desistiu do Lou Reed
Desistiu de andar direito porque já estava habituado à dor no pé
Desistiu de deixar crescer o cabelo porque demora muito tempo
Desistiu de pintar porque o marido lhe escondia os pincéis
Desistiu de enviar o livro por correio porque não tinha a morada
Desistiu de escrever porque tinha cancro
Desistiu de cortar o cabelo porque volta sempre a crescer
Desistiu de ir ao Oeiras Alive porque era em Algés
Desistiu de dormir porque podia não acordar no dia seguinte
Desistiu do grupo de jovens
Desistiu de procurar emprego porque a novela dá sempre àquela hora
Desistiu de escrever no blog porque nunca acontece nada
Desistiu de distinguir cocaína de heroína
Desistiu de ir para Letras porque não têm saídas
Desistiu de pintar o quarto de vermelho
Desistiu de apanhar todos os pokemons
Desistiu de acabar as frases
Desistiu de ser Presidente da República
Desistiu de ir para Barcelona
sábado, 3 de janeiro de 2009
Anúncio de Morte (excerto); by Heiner Muller
Ela estava morta, quando cheguei a casa. Jazia na cozinha em cima do chão de pedra, meio deitada sobre a barriga, meio de lado, com uma perna encolhida, como a dormir, a cabeça perto da porta. Baixei-me, levantei-lhe a cara que estava de perfil, e disse-lhe a palavra com que me dirigia a ela, quando estávamos sós. Tinha a sensação de estar a fazer teatro. Vi-me apoiado à ombreira da porta, meio aborrecido, meio satisfeito, a olhar um homem que por volta das três horas da madrugada se pôs de cócoras na cozinha no chão de pedra, debruçado sobre a mulher, talvez inconsciente, talvez morta, levantando a cabeça dela entre as mãos e falando-lhe como a uma boneca para nenhum outro público além de mim. O rosto dela era um trejeito, a fila superior de dentes descaída na boca escancarada, como se o maxilar tivesse sido deslocado. Quando levantei, ouvi qualquer coisa como um gemido que parecia mais vir das entranhas do que da boca, em todo o caso de longe. Ao voltar para casa já a tinha visto muitas vezes estendida como morta e levantado com medo (esperança) que estivesse morta e esse som terrível tranquilizando-me, uma resposta. Mais tarde o médico esclareceu-me: uma espécie de arroto, causado pela mudança de posição, um resto de respiração, de gás comprimido nos pulmões. Ou coisa parecida. Peguei-lhe e levei-a para o quarto, estava mais pesada do que era habitual, nua por debaixo do roupão. Ao largar o fardo em cima do sofá-cama, caiu-lhe da boca uma dentadura. Devia-se ter soltado na agonia. Eu sabia agora o que tinha desfigurado o rosto dela. Ignorava que usasse uma dentadura.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Love me two times;by The Doors
Love me two times, baby
Love me twice today
Love me two times, girl
Im goin away
Love me two times, girl
One for tomorrow
One just for today
Love me two times
Im goin away
Love me one time
I could not speak
Love me one time
Yeah, my knees got weak
But love me two times, girl
Last me all through the week
Love me two times
Im goin away
Love me two times
Im goin away
Oh, yes
Love me one time
I could not speak
Love me one time, baby
Yeah, my knees got weak
But love me two times, girl
Last me all through the week
Love me two times
Im goin away
Love me two times, babe
Love me twice today
Love me two times, babe
cause Im goin away
Love me two time, girl
One for tomorrow
One just for today
Love me two times
Im goin away
Love me two times
Im goin away
Love me two times
Im goin away
Love me twice today
Love me two times, girl
Im goin away
Love me two times, girl
One for tomorrow
One just for today
Love me two times
Im goin away
Love me one time
I could not speak
Love me one time
Yeah, my knees got weak
But love me two times, girl
Last me all through the week
Love me two times
Im goin away
Love me two times
Im goin away
Oh, yes
Love me one time
I could not speak
Love me one time, baby
Yeah, my knees got weak
But love me two times, girl
Last me all through the week
Love me two times
Im goin away
Love me two times, babe
Love me twice today
Love me two times, babe
cause Im goin away
Love me two time, girl
One for tomorrow
One just for today
Love me two times
Im goin away
Love me two times
Im goin away
Love me two times
Im goin away
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
lemonade utopia;by nathaniel hawthorne
"When, as a consequence of human improvement", said I, "the globe shall arrive at its final perfection, the great ocean is to be converted into a particular kind of lemonade, such as was fashionable at Paris in Fourier's time. He calls it limonade a cèdre. It is positively a fact! Just imagine the city-docks filled, every day, with a flood-tide of this delectable beverage!"
"Why did not the Frenchman make punch of it, at once?" asked Hollingsworth. "The jack-tars* would be delighted to go down in ships and do bussiness in such an element."
*sailors
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